Nunca deixem que lhe digam que não vale apena acreditar no sonho que se tem ! Que eles nunca vão dá certo, ou que você nunca vai ser alguém...
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O valor de ser Educador...
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
Veja mais frases em http://www.belasmensagens.com.br/professores/o-valor-de-ser-educador-565.html#ixzz1v5LprNou
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
domingo, 24 de julho de 2011
Reflexões sobre Educação
Como educadora, acredito em uma educação capaz de produzir frutos que ultrapassem um bom boletim escolar, e que, acima de tudo, forme um ser humano reflexivo capaz de respeitar a si e o outro. Consciente da necessidade de transformação social que eleva o homem, dentro dos princípios cristãos, e que entende a liberdade co-relacionada com a responsabilidade, acredito que todos os seres vivos nos ecossistemas lidam com limites impostos para a própria sobrevivência. Quem, em nome da liberdade, ousaria em desafiar a Lei da Gravidade?
A Educação, em especial pautada nos valores cristãos, precisa priorizar o desenvolvimento da religiosidade, gratidão, ética e cidadania. Um dos desfios é elaborar um currículo que prepare para o mercado e a prática da vida em sociedade. A evolução do homem diante da globalização da economia levou-o a desenvolver a cultura do individualismo, onde a figura central do sujeito passou a ser ele mesmo. A competição é muito grande e todos acabam por se tornar um concorrente em potencial. Parece que o Narcisismo foi capaz de contaminar a sociedade pós-moderna e a "Lei de Gerson" é a ordem do dia. O que a escola poderia estar provocando na cabeça das pessoas para que o olhar sobre o coletivo fosse prevalecente? Ficamos em nossas mãos com seres humanos em formação durante um longo período e, por incrível que pareça, pouco conseguimos atingi-los para a construção de um cidadão pleno. Nossos jovens têm conseguido sair do período de escolarização com a cabeça mais cheia de informações do que com o coração cheio de motivações para a transformação da sociedade da qual fazem parte.
As escolas católicas têm o desafio de educar sobre os princípios cristãos estabelecidos há mais de 2000 anos, princípios estes que levam o ser humano ao equilíbrio emocional e espiritual. Portanto, são escolas que precisam encantar seus alunos e envolver/desenvolver seu pessoal (RH) para que estes possam compreender que o momento histórico é outro e, conseqüentemente exige uma nova postura, Entretanto, os princípios de Deus continuam iguais. Os planos de trabalho dos professores, geralmente, contam com o objetivo de formar um cidadão crítico e atuante. Esta proposta nos coloca sobre a necessidade de nos abrirmos para o diálogo, para o debate. Nossos jovens a cada instante nos desafiam com atitudes que parecem querer nos provocar. Mas, no fundo, clamam que lhes demos limites e regras. Sentem falta de um olhar de direcionamento.
Precisamos nos fortalecer emocionalmente para sermos questionados, negociarmos algumas propostas, desde que estas não firam os princípios defendidos pelas escolas católicas. Na verdade, é conquistar os jovens, estabelecendo uma parceria em que entendam que há sobre eles uma hierarquia que deve ser considerada e respeitada. E, ao serem colocadas as regras, que eles as entendam; é impossível conseguir atingir a todos no mesmo grau de entendimento e satisfação sobre as mesmas. E, enquanto humanos, a cada dia aprendemos a conviver com as divergências e as diferenças, pois assim, são constituídas todas as instâncias da vida em sociedade. A educação pelo diálogo deveria prevalecer a todo instante. O sim, o não, o como e o porquê têm de ser bem explicitados na dinâmica escolar. Portanto, não percamos de vista que o aluno da sociedade pós-moderna é outro, e nosso desafio é educá-lo para a grande aldeia global que precisa ser transformada.
Marilene Almeida
A Educação, em especial pautada nos valores cristãos, precisa priorizar o desenvolvimento da religiosidade, gratidão, ética e cidadania. Um dos desfios é elaborar um currículo que prepare para o mercado e a prática da vida em sociedade. A evolução do homem diante da globalização da economia levou-o a desenvolver a cultura do individualismo, onde a figura central do sujeito passou a ser ele mesmo. A competição é muito grande e todos acabam por se tornar um concorrente em potencial. Parece que o Narcisismo foi capaz de contaminar a sociedade pós-moderna e a "Lei de Gerson" é a ordem do dia. O que a escola poderia estar provocando na cabeça das pessoas para que o olhar sobre o coletivo fosse prevalecente? Ficamos em nossas mãos com seres humanos em formação durante um longo período e, por incrível que pareça, pouco conseguimos atingi-los para a construção de um cidadão pleno. Nossos jovens têm conseguido sair do período de escolarização com a cabeça mais cheia de informações do que com o coração cheio de motivações para a transformação da sociedade da qual fazem parte.
As escolas católicas têm o desafio de educar sobre os princípios cristãos estabelecidos há mais de 2000 anos, princípios estes que levam o ser humano ao equilíbrio emocional e espiritual. Portanto, são escolas que precisam encantar seus alunos e envolver/desenvolver seu pessoal (RH) para que estes possam compreender que o momento histórico é outro e, conseqüentemente exige uma nova postura, Entretanto, os princípios de Deus continuam iguais. Os planos de trabalho dos professores, geralmente, contam com o objetivo de formar um cidadão crítico e atuante. Esta proposta nos coloca sobre a necessidade de nos abrirmos para o diálogo, para o debate. Nossos jovens a cada instante nos desafiam com atitudes que parecem querer nos provocar. Mas, no fundo, clamam que lhes demos limites e regras. Sentem falta de um olhar de direcionamento.
Precisamos nos fortalecer emocionalmente para sermos questionados, negociarmos algumas propostas, desde que estas não firam os princípios defendidos pelas escolas católicas. Na verdade, é conquistar os jovens, estabelecendo uma parceria em que entendam que há sobre eles uma hierarquia que deve ser considerada e respeitada. E, ao serem colocadas as regras, que eles as entendam; é impossível conseguir atingir a todos no mesmo grau de entendimento e satisfação sobre as mesmas. E, enquanto humanos, a cada dia aprendemos a conviver com as divergências e as diferenças, pois assim, são constituídas todas as instâncias da vida em sociedade. A educação pelo diálogo deveria prevalecer a todo instante. O sim, o não, o como e o porquê têm de ser bem explicitados na dinâmica escolar. Portanto, não percamos de vista que o aluno da sociedade pós-moderna é outro, e nosso desafio é educá-lo para a grande aldeia global que precisa ser transformada.
Marilene Almeida
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